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A voz do mundo e o escritor
29 dom 2010 14:21 | Sem Comentários -
Texto sob o efeito de música
22 dom 2010 14:55 | Sem Comentários -
Anotações do Caderno Escuro de Frieditz
15 qui 2010 21:11 | Sem Comentários -
Dei por mim já adulto
14 seg 2010 23:06 | 5 Comentários -
O vento que insiste em bater no vidro dos olhos
24 seg 2010 18:57 | Sem Comentários -
Não trouxe nenhum raio comigo
11 ter 2010 17:40 | Sem Comentários -
De escritor e de loucos, quantos de nós temos, de cada um, um pouco?
23 sex 2010 17:21 | Sem Comentários -
E depois não sabem o motivo da enxaqueca dos vendavais
23 sex 2010 14:03 | Sem Comentários -
O escritor finge que se esquece de si mesmo
20 ter 2010 12:14 | Sem Comentários -
O universo cabe dentro de dois corpos que trocam estrelas cadentes
20 ter 2010 12:09 | Sem Comentários
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Arquivo de agosto 2007
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A poesia é um sonhar por escrito
Publicado a 30 de agosto de 2007 | 1 ComentárioA poesia tem o poder de contar ao leitor não apenas aquilo que ele pensa de si mesmo, mas até mesmo o que deixou de pensar por não sabê-lo. Pode ser também a maior de todas as vigílias – ou, quem sabe, o quase infinito... -
Espírito atento
Publicado a 24 de agosto de 2007 | 1 ComentárioEstávamos na beira do abismo O vento soprava Tínhamos tempo Um pouco Mas nos bastava Fitávamos a planície A extensão das horas O calar da tarde Um sol que desaparecia Mas havia algo Sabíamos da espera Não tardaríamos a saber Então o vento parou O... -
Fernando Pessoa – Assim como as palavras…
Publicado a 22 de agosto de 2007 | 1 ComentárioAssim como falham as palavras quando querem exprimir qualquer pensamento, Assim falham os pensamentos quando querem exprimir qualquer realidade. Mas, como a realidade pensada não é a dita, mas a pensada, Assim a mesma dita realidade existe, não o ser pensada. Assim tudo o que... -
Pontos
Publicado a 10 de agosto de 2007 | Nenhum Comentáriotentei conversar com uma pedra não respondeu então falei sozinho respondi muitas coisas a mim mesmo a pedra parada ali, sobre a mesa será que a pedra não existe? existe, pois a vejo e sinto mas – pensemos (!) e se eu não existisse será...